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Bruna Eleuterio
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O futuro do Setor Imobiliário com escritórios de Coworking

O futuro do Setor Imobiliário com escritórios de Coworking
Publicado em 14/Mar/2022
Sem Categoria

Coworking é o sexto mercado emergente que mais cresce no Brasil, razão pela qual é considerado uma alternativa viável para o setor imobiliário de aluguel de escritórios, de acordo com dados do Mapa Global de Coworking. Essa tendência de locação colaborativa de espaço está em alta devido às tendências trabalhistas atuais: freelancers, empreendedores e e-commerce.

As modalidades de trabalho mudaram em função das novas tecnologias e plataformas digitais, para as quais a expectativa de trabalho não é ficar eternamente confinado em um escritório, agora buscam-se espaços flexíveis, harmoniosos e com excelente conectividade, dando origem a espaços colaborativos, que também oferecem redução de até 70% nas despesas operacionais em relação a um escritório tradicional.

Existem duas vertentes do coworking: a primeira que envolve diretamente os agentes imobiliários; Trata-se de colocar espaços de escritórios para alugar, diversificar o mercado, ou seja, deixar para trás a ideia de arrendar pisos inteiros e apostar no arrendamento partilhado, um esquema conveniente para evitar ter espaços não utilizados à espera de aluguel.

A oportunidade está em mudar o esquema de aluguel, já que não dá nenhum retorno ter um apartamento vazio por meses, ao invés disso dividindo o espaço pode integrar várias linhas, desta forma são obtidos lucros ainda maiores. O locador nem está envolvido na reestruturação do imóvel, mas sim quem o aluga.

A segunda é a locação de imóveis para empresas que oferecem o serviço de espaços colaborativos, que vão desde a locação de áreas comuns para freelancers até escritórios completos para corporações com uma força de trabalho robusta. Aqui o espaço é reestruturado em cubículos, áreas comuns, salas de reuniões, aluguer de salas para eventos e cafetarias; esses serviços podem ser alugados por horas, dias, meses e anos e até mesmo assinaturas são vendidas.

Esses dois esquemas de locação, disse ele, são convenientes para o setor imobiliário porque giram o mercado ao gerar uma opção de aluguel de unidades de escritórios com grandes metros quadrados, devido à dificuldade de alugar um andar inteiro, que é comum ficar vazio.

Tendência crescente

O mercado de cowork terá um crescimento exponencial nos próximos 10 anos, já que 68% das empresas devem migrar para essas novas tendências trabalhistas. Aqueles que oferecem esses serviços procuram imóveis seguros, áreas comerciais e amplo estacionamento, que oferecem flexibilidade aos seus usuários, por isso costumam alugar em locais comerciais ou edifícios funcionais.

Mesmo que a entidade não tenha um segmento definido no setor para locação de espaços para empresas que oferecem coworking, espera-se que no futuro seja uma opção, visto que todos os tipos de serviços e segurança convergem nos centros de consumo, que é o que este mercado emergente procura.

Com o uso de novas tecnologias e plataformas digitais, as tendências trabalhistas estão se adaptando a essas mudanças, além disso, os espaços colaborativos permitem que os empresários reduzam suas despesas operacionais e os empresários aluguem um escritório ou uma área de trabalho comunitário por horas ou dias. , sem a necessidade de precisa gastar em um espaço fixo.

Disse que nos próximos anos vão surgir mais empresas nesta modalidade, com centros comerciais e edifícios funcionais, que estariam a monopolizar o mercado, é um segmento emergente, que terá de ver como evolui, mas à partida estão procuram imóveis que lhes proporcionem segurança, sejam de fácil acesso e disponham de serviços comerciais, além de amplo estacionamento.

Mais do que um espaço para alugar

As empresas que oferecem o serviço de coworking se expandem com sucesso diante das necessidades atuais do mercado de trabalho, de fato um relatório da Desk Mag afirma que em 2019 mais de 200 milhões de funcionários no continente americano aderiram a esse tipo de escritórios colaborativos, que são mais do que um espaço alugado, mas uma forma de trabalhar que estimula a criatividade, aumenta a produtividade e o desenvolvimento profissional.

O mercado de coworking está se expandindo a tal ponto que, nos próximos cinco anos, 50% das empresas estarão migrando para essa modalidade de trabalho que tem múltiplas vantagens, incluindo redução de custos operacionais em até 80%; oferecem segurança e são espaços flexíveis às necessidades dos usuários.

A ideia do coworking não é alugar um espaço, mas sim gerar uma experiência de trabalho positiva visando formar uma comunidade de trabalho colaborativo, onde diferentes personalidades podem se misturar, de um executivo sênior a um empreendedor, rompendo com o ideia de hierarquias para facilitar a interação, a convivência e a criatividade.

A prova do sucesso desse mercado é que a WeWork fechou com um crescimento anual de 60%, passando de 22 escritórios para 52 e está prestes a se expandir para a cidade de Itajaí, de tal forma que é um segmento que não se mede apenas pela aceitação que tem, mas por revolucionar a forma de trabalhar, é uma mudança social, pois as modalidades de trabalho não são mais as mesmas de 20 anos atrás.

Nesse sentido, refere que um bom coworking deve oferecer espaços flexíveis, mobiliário funcional, material de escritório, recepção de correspondência, excelente conectividade, serviço de cafetaria e limpeza, bem como formas de pagamento para os utentes que vão desde uma hora, por dia. mês.

Espaços que convidam a criatividade

A decoração é uma peça fundamental para as empresas que oferecem coworking, pois não se trata apenas de alugar um espaço de escritório, mas também de criar um ambiente que promova a capacidade de trabalho, a empatia e a sinergia dos usuários, pois a colaboração entre as pessoas é a base da criatividade e produtividade.

As novas tendências de trabalho exigem espaços com móveis funcionais e flexíveis que se adaptem às necessidades e hábitos dos usuários, com base no fato de que isso não só vai trabalhar mas também socializa, pelo que devem ser consideradas as áreas de entretenimento e lazer; isso implica integrar seções diáfanas, versáteis e lúdicas.

Para decorar um escritório de coworking é preciso contemplar o conforto ambiental, ou seja, projetar espaços com luz natural, móveis coloridos e funcionais e alta tecnologia, além dos enfeites que são todos aqueles objetos que vestem o espaço, têm que ser em sintonia com o carimbo que pretende imprimir, seja clássico, vintage, moderno ou vanguardista; a ideia é criar harmonia no espaço.

Refere que as cores também são importantes para o coworking, uma vez que já não é o espaço típico de tons neutros, mas sim a paleta de cores que joga com pigmentos brilhantes de forma a reter o interesse do utilizador, pois trata-se de inspirá-lo a criar, desenvolver projetos e cumprir seus objetivos.

A decoração de coworking tem tudo a ver com a criação de um ambiente confortável e despreocupado para os recursos humanos, que dê asas à criatividade e ao networking com outros utilizadores, uma vez que os espaços de coworking não são apenas escritórios partilhados, mas espaços que geram as condições para criar novas ideias e comunidade.

O novo recurso humano

As modalidades de trabalho estão a mudar e isso exige um recurso humano formado para se adaptar a estas tendências, onde já não é necessário um escritório fixo, mas sim espaços flexíveis com um clima positivo propício ao networking, melhorando o desempenho e a produtividade dos colaboradores; assim, as instituições de ensino também adaptam seus processos de ensino-aprendizagem para que os egressos enfrentem as mudanças no mercado de trabalho.

A forma de trabalhar e os processos de trabalho são evoluem como resultado da globalização e da integração das novas tecnologias, pelo que se exige um recurso humano capaz de responder às necessidades das empresas que apostam no trabalho colaborativo.

O avanço da Tecnologia da Informação (TI) embora ofereça muitas vantagens, também traz desafios para as empresas que exigirão uma equipe de trabalho multidisciplinar, comprometida e coesa, que sairá dos escritórios tradicionais para se integrar em espaços flexíveis. colaborativos, que não compartilham a ideia de hierarquias, mas agregam liderança, um papel importante para cumprir os projetos atribuídos, na formação de recursos humanos para a nova realidade do mercado de trabalho.

As tendências no ambiente de trabalho serão focadas em big data, robótica e dispositivos móveis que exigirão perfis preparados e treinados no uso de tecnologias, em que a produtividade será o indicador de eficiência e não as horas gastas. acontece nos escritórios, o que permitirá uma maior gestão do tempo e eficácia dos recursos humanos.

A gestão de talentos será importante, a competição será focada em resultados, eles buscarão perfis que se destaquem pela criatividade e liderança em um trabalho colaborativo capaz de criar um clima de confiança que permita o compartilhamento do conhecimento.

Perante este contexto, a ascensão do coworking e dos escritórios virtuais vão definir as tendências laborais, pois serão os espaços onde novos projetos e trabalho colaborativo ganharão forma, mas para isso a formação de um recurso humano responsável e com uma liderança forte que leva o empreendimento a uma conclusão bem-sucedida, pois mesmo quando não há hierarquias, a avaliação será essencial para o sucesso.

 

Bruna EleutérioImobiliária na Praia Brava.
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